sábado, 21 de junho de 2014

Um poema de Yuan Haowen (1190-1257)

"VIVENDO (OU ESTANDO) NA MONTANHA

A folhagem, imensa, cabe nas vozes de outono
E os restos de um burgo - entra devagar o crepúsculo.
O arco-íris se vai e fica chuva, esbranquiçada
As fumarolas vão, para surgir o sol. Montanhas."

(De Uma antologia de poesia chinesa, tradução de Gil de Carvalho, publicação da Assírio & Alvim, Lisboa.)

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