... de se despedir dela. Não sabe o que lhe diria. Talvez nada. Talvez nem olhasse para ela. Não teria coragem. Teria receio de, olhando para ela, não querer mais se despedir, de querer retê-la um pouco, um pouco mais, e mais um pouco, e mais, de retê-la para sempre, até que todas as tardes e todos os sóis passassem ali pela Paulista, pela Augusta e pela Consolação.
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