... uma tristeza de sonhos gorados, de crenças finadas, de esperanças desmentidas, de ideais sepultados. Há no ar um suspiro de freira morta, uma palavra final de extrema-unção, um canto de rouxinol sufocado, um acorde da valsa
Fascinação. Há no ar uma melancolia antiga, cultivada em canteiro, um toque de sino de uma catedral francesa, um grito de carneiro sacrificado. Há no ar, infiltrando-se delicadamente e absorvendo todas as outras tristezas, o réquiem de Mozart, o réquiem de Mozart, o réquiem de Mozart, o réquiem de Mozart trazendo a paz final.
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