sábado, 13 de abril de 2013

Um mal-entendido editorial

Certa ocasião, uma editora, uma mulher muito bonita, sugeriu que gostaria de publicar um livro com textos curtos meus. Eventualmente ela, uma artista plástica, poderia até ilustrá-los. Mandei os textos mas, já no dia seguinte, soube que o projeto havia gorado. O sócio dessa editora, um fotógrafo especializado em retratar índios, não se entusiasmara. Foi uma pena para a história  editorial brasileira que José de Alencar já tivesse morrido e que eu não estivesse à altura de produzir um novo Peri, uma nova Ceci, um novo Ubirajara. Valeu pelos lindos olhos da editora.

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