sexta-feira, 12 de julho de 2013

Amanhã

Um dia tudo estará
Tão morto e tão sepultado
Que olhando para o passado
Nenhum de nós lembrará.

Tudo então parecerá
Um conto desatinado
Por um estranho contado.
Quem de nós o entenderá?

O sol daquela manhã
Não brilhará amanhã
Nem mais na nossa lembrança.

Quando esse tempo chegar
Nem um eco há de restar
Da voz da nossa esperança.

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