Se tiverem um tempinho, ouso recomendar que o gastem na leitura do meu texto de estreia, hoje, na Rubem, revista eletrônica (tomara que seja essa a designação) nascida basicamente para falar de crônica e cronistas. Nele, cito uma das mais ricas experiências que tive no
Estadão. Relembro dois amigos muito queridos, Walmir Venturini e Moacir Amâncio, e revivo a sensação e o alvoroço que a chegada dos textos de Rubem Braga provocava na redação do jornal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário