Raul Drewnick
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Impossível azul
É como um pombo mutilado. Voava tranquilo, sob o sol. De repente, as asas não obedecem mais. Da calçada, onde se debate, lança ainda apelos. Os outros o ignoram. O azul os chama. O azul o chama. Nunca mais.
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