No sonho, ele estava recebendo o Nobel. Um senhor corado, aparentemente sueco, enaltecera a excelência de sua poesia, sublinhara a circunstância de que era o primeiro brasileiro a conquistar o prêmio e, dirigindo-se diretamente a ele, o parabenizou, sob uma explosão de palmas. Foi nesse momento que ele acordou, confuso, sentindo-se como se pudesse levitar. Tinha sido chamado de Paulo Coelho.
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