... são tão suaves, sempre, que nós jamais nos cansaremos de fazê-las. Nos dias em que ele não nos tortura, nós nos perguntamos que erro cometemos para que ele nos deixe assim sem nos cobrar aquilo sem cuja cobrança a vida é uma sucessão de anos que começam em janeiro e terminam em dezembro. Os dias em que o amor nos cobra nossa devoção são os únicos que contam. Os outros, os que estão em preto no calendário, arrastam-se entre os outros como aberrações.
Nenhum comentário:
Postar um comentário