Os mais traiçoeiros são os domingos. Abordam-nos despudoradamente, caminham conosco, perguntam se nos lembramos deles, se gostávamos das balinhas que nos davam quando tínhamos cinco anos, se queremos que esfriem ou esquentem um bocadinho o sol e, na terceira ou na quarta esquina, já estão com a mão em nosso braço, levando-nos para conhecer a rameira gorducha que se mudou para aquele edifício diante do parque onde andávamos de bicicleta.
domingo, 27 de julho de 2025
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