Quando por impulsos ternos
Que não sabemos coibir
Vamos as folhas abrir
Dos nossos velhos cadernos,
Nós vemos como os invernos,
Que não cessaram de vir,
Vieram só para destruir
Os nossos sonhos eternos.
Nós lemos um poema aqui,
Lemos outro poema ali,
E o cheiro de primavera
E os ramos cheios de flores,
E suas notáveis cores -
Nada hoje mais é como era.
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