sábado, 12 de abril de 2014
Mentiras
Tu vens agora e me dizes que mentiste todo o tempo, desde o início, sempre. Vens e, com declarado remorso, pedes perdão. Não te perdoo, nunca te perdoarei. Por que não me mentiste mais, por quê? Ah, eu era tão jovem e acreditava tanto em ti. Podias ter-me dado uma felicidade muito maior. Teria sido tão fácil. Talvez seja ainda, talvez haja tempo. Ah, por favor, me mente como me mentias antes, me mente como só tu abençoadamente sabes mentir.
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