quinta-feira, 11 de abril de 2013
Kama Sutra - CLXX
Ontem, ao se despedirem no portão, ela disse que que era uma molecona e ele então lhe deu um tapinha na nádega: molecas precisam disso, ó. Hoje, a mãe dela, como sempre, depois de lhes servir o lanche, vai agora para o quarto ver tevê. Os dois ficam na sala, apalpando-se e beijando-se no sofá. Ele nota que ela está inquieta e não se empenha nos beijos, não se entrega a eles, e, embora nunca, em três meses, a mãe tenha vindo à sala sem se anunciar ao menos por um bocejo, ela fica olhando ao redor, inquieta. Uma batida de porta e o ruído de água avisam que a mãe acaba de entrar no chuveiro. Então, rápida e surpreendentemente, ela se senta no colo dele e põe-se a beijá-lo com fúria. "Eu sou uma moleca, eu sou uma moleca", ela diz no meio de beijos cada vez mais molhados e fundos, e ele, com a mão já preparada para a recompensa que ela suplica, sabe que descobriu seu ponto fraco.
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