"Não queremos poesia,
Queremos mágicas, artifícios,
Procuramos tapar na existência fatais vazios
E apesar de imenso esforço, uma atrofia.
Mas o que sabem vocês outros da secreta elevação,
Dos sagrados e histéricos soluços da garganta a chorar,
Quando, consumidos pelo haxixe da alma em imersão,
Beijamos o primeiro degrau, para além de cujo limiar
Os deuses moram?"
(Da coletânea Poesia expressionista alemã, tradução de Claudia Cavalcanti, publicada pela Estação Liberdade.)
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário